O Auditório

A história de um espaço multicultural

ver agenda

Um dos principais equipamentos culturais da capital paulista, o Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, projetado por Oscar Niemeyer nos anos 1950, foi inaugurado em 2005 e se transformou em referência para arquitetos e urbanistas.

O Auditório nasceu com a vocação de apresentar espetáculos musicais, além de permitir o desenvolvimento de novos talentos e promover o encontro entre culturas e expressões musicais diversas, no âmbito nacional e internacional. Com o passar dos anos, a casa ampliou sua atuação para além da música, recebendo diferentes vertentes artísticas, como dança, teatro e cinema, e destacando seu caráter multicultural.

Ver mais ver agenda

O Prédio

Ícone da arquitetura paulistana e mundial

Mapas e plantas

O Auditório Ibirapuera foi inaugurado oficialmente em 2005. Em 2014, o então prefeito, Fernando Haddad, sancionou uma lei que alterou o nome do local para Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer.

Com 7 mil metros quadrados de área construída e 4.870 de área projetada, o Auditório se transformou em ícone turístico da cidade e referência para arquitetos e urbanistas nacionais e internacionais.

Ver mais Mapas e plantas

O Auditório Ibirapuera foi inaugurado oficialmente em 2005. Em 2014, o então prefeito, Fernando Haddad, sancionou uma lei que alterou o nome do local para Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer.

Com 7 mil metros quadrados de área construída e 4.870 de área projetada, o Auditório se transformou em ícone turístico da cidade e referência para arquitetos e urbanistas nacionais e internacionais.

Ver mais Mapas e plantas

O Prédio

Ícone da arquitetura paulistana e mundial

Mapas e plantas

A Escola do Auditório

Curso de música brasileira oferece sólida formação

Mais informações

O Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer abriga, em seu subsolo, a Escola do Auditório, que oferece curso livre de música brasileira, com duração de cinco anos, a até 170 estudantes (com idade a partir de 12 anos) da rede pública de ensino que residam no município de São Paulo.

O objetivo do curso é proporcionar aos alunos uma sólida formação na área da música popular, unindo teoria e prática.

Ver mais Mais informações

O auditório

Em 2011, o Itaú Cultural foi escolhido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, em processo de chamamento público, para ser o novo gestor do Auditório Ibirapuera. A história deste que é um dos principais equipamentos culturais da capital paulista, no entanto, remonta a 1954, quando o arquiteto Oscar Niemeyer o concebeu em seu projeto original para o Parque Ibirapuera.

Desse momento ao lançamento da pedra fundamental para dar início às obras do Auditório, que seriam acompanhadas pelo escritório do arquiteto, passaram-se quase 50 anos – até fevereiro de 2003. O edifício foi entregue à cidade em 2004 pela então prefeita, Marta Suplicy, em parceria com uma empresa privada, e inaugurado em 2005. Permaneceu sob a gestão do Instituto Auditório Ibirapuera, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), até 2011.

Com 7 mil metros quadrados de área construída e 4.870 de área projetada, o Auditório nasceu com a vocação de apresentar espetáculos musicais, além de permitir o desenvolvimento de novos talentos e promover o encontro entre culturas e expressões musicais diferentes, no âmbito nacional e internacional.

Apresentam-se no palco do Auditório representantes das mais diversas vertentes da música e, não raras vezes, o erudito se encontra com o popular. Em sua gestão, o Itaú Cultural ampliou a atuação da casa para áreas além da música, como dança, teatro e cinema, destacando o caráter multicultural do espaço. Em 2014, o prefeito Fernando Haddad sancionou uma lei que alterou o nome do local para Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer.

 

Ícone da arquitetura

Após 14 anos de existência física, o Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer está definitivamente incorporado ao circuito cultural de São Paulo, mostrando-se uma opção consolidada para o público que gosta de música, dança, teatro e cinema. Como é de esperar de um projeto arquitetônico de Niemeyer, o espaço também se transformou em ícone turístico da cidade e referência para arquitetos e urbanistas nacionais e internacionais.

O edifício construído em concreto armado, todo branco, tem a forma de um trapézio e gera uma ilusão de ótica dependendo do ângulo de onde o observador o vê. Da porta de entrada sai uma espécie de língua de fogo, escultura do próprio arquiteto chamada Labareda. Dentro, no amplo foyer – somente serpenteado por um longo corrimão de madeira com base em ferro, para arrematar a passarela em caracol que leva à plateia do Auditório –, uma imensa onda vermelha parece flutuar. Trata-se de outra escultura, assinada por Tomie Ohtake.

No interior do edifício, o palco merece destaque especial pela grande boca de cena – com 28 metros –, além dos 15 metros de profundidade, dos 28 de altura e dos 50 de comprimento. A capacidade interna é de 806 lugares (14 deles para cadeirantes e 46 para obesos). A acústica, impecável, é proporcionada por filetes de madeira em relevo em todas as paredes do espaço. Além disso, uma porta de 20 metros de comprimento por 6 de altura, feita em chapa de ferro com tratamento acústico e localizada no fundo do palco, pode ser aberta por meio de dois motores que a erguem em um sistema de roldanas e contrapesos.

Quando aberta, a porta permite que os espetáculos se voltem para a área externa e sejam acompanhados, gratuitamente, por até 15 mil pessoas, entre público e frequentadores do Parque Ibirapuera.

A Escola do Auditório

O subsolo do prédio abriga a Escola do Auditório, em cuja área de convívio se encontra a terceira grande obra presente na casa: o painel Ensaio de Orquestra, de Luiz Antônio Vallandro Keating, com 16 metros de comprimento e 2,5 metros de altura. O andar comporta salas para aulas de música.

A Escola do Auditório oferece curso livre de música brasileira, com duração de cinco anos, a até 170 estudantes (com idade a partir de 12 anos) da rede pública de ensino que residam no município de São Paulo. O objetivo é proporcionar uma sólida formação na área da música popular, unindo teoria e prática.

Clique aqui para mais informações sobre A Escola do Auditório

O prédio

Após 14 anos de existência física, o Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer está definitivamente incorporado ao circuito cultural de São Paulo, mostrando-se uma opção consolidada para o público que gosta de música, dança, teatro e cinema. Como é de esperar de um projeto arquitetônico de Niemeyer, o espaço também se transformou em ícone turístico da cidade e referência para arquitetos e urbanistas nacionais e internacionais.

O edifício construído em concreto armado, todo branco, tem a forma de um trapézio e gera uma ilusão de ótica dependendo do ângulo de onde o observador o vê. Da porta de entrada sai uma espécie de língua de fogo, escultura do próprio arquiteto chamada Labareda. Dentro, no amplo foyer – somente serpenteado por um longo corrimão de madeira com base em ferro, para arrematar a passarela em caracol que leva à plateia do Auditório –, uma imensa onda vermelha parece flutuar. Trata-se de outra escultura, assinada por Tomie Ohtake.

No interior do edifício, o palco merece destaque especial pela grande boca de cena – com 28 metros de área total –, além dos 15 metros de profundidade e dos 8 de altura. A capacidade interna é de 806 lugares (792 poltronas e 14 espaços para cadeirantes). A acústica, impecável, é proporcionada por filetes de madeira em relevo em todas as paredes do espaço. Além disso, uma porta de 20 metros de comprimento por 6 de altura, feita em chapa de ferro com tratamento acústico e localizada no fundo do palco, pode ser aberta por meio de dois motores que a erguem em um sistema de roldanas e contrapesos.

Quando aberta, a porta permite que os espetáculos se voltem para a área externa e sejam acompanhados, gratuitamente, por até 15 mil pessoas, entre público e frequentadores do Parque Ibirapuera.

Clique aqui para mais informações sobre O Prédio

 

A Escola

Em 2011, ao assumir a gestão do Auditório Ibirapuera – um espaço da prefeitura de São Paulo –, o Itaú Cultural, em parceria com as secretarias municipais de Cultura e do Verde e do Meio Ambiente, deparou-se também com o desafio de gerir o projeto de ensino musical alí existente.

Iniciada em 2002 com o projeto Tim Música nas Escolas, o projeto musical acontecia em três escolas públicas de São Paulo, que cediam salas e selecionavam alunos para aulas de musicalização. Sua gestão à época ficou sob a responsabilidade da La Fabbrica do Brasil. Só em 2005, quando da inauguração do Auditório, o projeto migrou para o subsolo do prédio.

A Escola do Auditório oferece curso livre de música brasileira, com duração de cinco anos, a até 170 estudantes (a partir de 12 anos de idade) da rede pública de ensino que residam no município de São Paulo. O objetivo é proporcionar uma sólida formação na área da música popular, unindo teoria e prática. Os ingressantes recebem uma bolsa-auxílio.

Os estudantes aprendem a tocar um instrumento, desenvolvem a percepção musical e conhecem a história da música brasileira, seus estilos, instrumentos e personagens. Dando coesão e direcionamento ao ensino, o repertório é focado em autores brasileiros, tanto nas aulas quanto nas apresentações realizadas pelos diversos grupos da Escola – como a Orquestra Furiosa do Auditório (Furiosa), a Orquestra Brasileira do Auditório (OBA), o Coro da Escola do Auditório e a Obinha.

As disciplinas ministradas no curso livre de música brasileira se dividem em dois grupos: aulas teóricas – nas quais os alunos aprendem e desenvolvem a leitura de partituras, harmonia e habilidades de percepção rítmica e melódica, além de conhecer os diversos ritmos brasileiros, passando por suas histórias e seus personagens – e aulas de prática de conjunto, instrumento e orquestra.